Homem de 57 anos estrupa menina de 11 anos

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Um motorista de ônibus de 57 anos, foi preso na noite de domingo (11), suspeito de estuprar uma menina de 11 anos e depois presenteá-la com um telefone celular. Manter relações sexuais com menores de 16 anos, ainda que “consentidas”, é considerado crime de estupro de vulnerável na legislação brasileira.

Quem fez a denúncia do abuso sexual foi a mãe da menina, que foi à Polícia Militar, segundo o relatado no boletim de ocorrência, após desconfiar do fato de que sua filha apareceu com um aparelho diferente, mais novo.

Após conversa com a filha, descobriu que o trabalhador de uma empresa do transporte coletivo de Cuiabá a buscou na escola onde é matriculada, a levou para uma casa em construção e lá cometeu o estupro. Isso tudo teria acontecido na sexta-feira (9). Desde então, a menina tentava esconder da mãe o que o adulto havia feito com ela.

Para convencê-la disso, o acusado “presenteou” a criança com o citado aparelho de telefone pouco antes de a deixar de volta na escola, já depois do estupro consumado.

Depois de insistência dos pais da garota, ela contou o que ocorrera. Checando a agenda do aparelho, os responsáveis por ela conseguiram informações a respeito do suposto estuprador pedófilo, como nome dele e a empresa onde trabalha.

Já com elementos para tal, os agentes da Polícia Civil se dirigiram à garagem da empresa empregadora e lá conseguiram o endereço do funcionário. Ele foi preso em sua casa e encaminhado à Central de Flagrantes, onde acabou autuado por estupro de vulnerável.

Entretanto, conseguiu escapar do período de flagrante. Assim, conseguiu ser liberado depois de interrogado pelo delegado plantonista. Ele nega as acusações. Ainda assim, vai responder em liberdade a um inquérito policial conduzido por uma equipe da Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica).

BEBÊ MORTO — Outro caso chocante de suspeita de estupro de vulnerável envolve a morte de um bebê de apenas quatro meses. A criança estava internada no Pronto-Socorro da capital, mas não resistiu aos ferimentos em sua genitália e morreu na tarde de domingo (11).

Segundo o que os investigadores já conseguiram apurar, a menina morava com a família em Cotriguaçu (distante 950 km de Cuiabá) e deu entrada na unidade médica com indícios de abusos sexuais.

A menina primeiro foi atendida no hospital de Colniza (município vizinho de Cotriguaçu) no dia 1º de setembro. Depois, foi transferida para o pronto-socorro de Cuiabá, já na quinta-feira (8), agora em estado grave. Aqui, foi internada na Unidade pediátrica de Tratamento Intensivo com ferimentos na cabeça, além das lesões em suas intimidades.

Agora, exames do Instituto Médico Legal devem determinar tanto as causas da morte quanto se houve mesmo violência sexual. A mãe foi interrogada pela delegada Alana Cardoso, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Ela não conseguiu explicar a origem dos ferimentos nos órgãos sexuais e ânus da criança.

O caso será investigado pela Delegacia Regional de Juína.

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