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Magíco compra produto e paga com pedaço de papel como se fosse dinheiro


Em dois vídeos que viralizaram, indivíduos tentam realizar compras utilizando papel em branco como forma de pagamento. Sim, você não leu errado, é isso mesmo. Num, de origem brasileira, ocorreu o óbvio: a artimanha não funcionou. Noutro, inglês, deu certo. Mas como caíram nessa?

Comecemos pela tentativa falha. Na última segunda-feira (19), em um posto em Caçapava, no interior de São Paulo, um frentista se espantou (também, pudera!) quando um casal ofereceu um pedaço de papel como forma de pagamento por uma conta de 115 reais, referente à gasolina usada para abastecer seu carro. A justificativa dada para a atitude – no mínimo – bizarra: o tal sulfite seria “sagrado”, por ter sido supostamente ungido por um pastor. A reação do frentista foi a esperada: ele, acompanhado do gerente do estabelecimento, chamou a polícia.

Confira no vídeo abaixo:

O inusitado é que, mesmo em frente às autoridades, o casal continuou a insistir que o papel “sagrado” teria valor monetário. Depois de certa discussão, um dos policiais concluiu: “Olha aqui, minha senhora, se isso não virar 100 reais em 10 minutos, eu te levo presa”. O papel não virou dinheiro, evidentemente. Contudo, o gerente do posto aceitou a devolução da gasolina, que foi retirada do veículo. Com essa resolução, não se registrou boletim de ocorrência e o casal foi liberado – para os policiais, os dois teriam tomado a atitude estranha não por safadeza, mas, sim, por “inocência”.

Ao contrário deles, entretanto, há aqueles que têm sucesso com a estratégia, digamos, malandra. Caso do ilusionista inglês Darren Brown. Em um vídeo, que viralizou em 2007, ele enganou dois comerciantes pagando por produtos com uma folha em branco (essa não era “sagrada”, vale dizer). Um deles, um vendedor de joias, entregou um anel no valor de 4 500 dólares em troca do sulfite mágico. Assista (em inglês):

Como ele fez isso? Em outro vídeo, o youtuber Lex Deville, que mantém o canal Daily Mind Control, explica o truque. Segundo ele, o ilusionista usou de hipnose para fazer com que os funcionários acreditassem que as folhas de papel eram notas de dinheiro.

De acordo com Deville, o colega Brown confundiu a mente dos balconistas, por meio de uma técnica que se apoia em uma série de perguntas sem sentido. Depois, o ilusionista testou a atenção dos funcionários, até colocá-los em um estado de hipnose. Com isso, conseguiu condicionar em seu “alvo” uma resposta automática para quando ele, o “cliente”, entregasse o papel. No momento da compra, o vendedor se sentiu compelido a apenas responder “Tome, tome isso, está tudo certo!”.

Confira a explicação (em inglês):

Mesmo após vender o produto em troca de papel, o vendedor continuou a não entender que foi enganado. Finalizou Deville, em um alerta: “Para você também não se tornar uma vítima do ilusionismo, é preciso aprender a detectar (a mágica)”. Isso quando o papel não é “sagrado”, claro.

Fonte : veja