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Brasil negocia compra de vacina contra varíola dos macacos

Acordo deve ser firmado com a Opas

Salvador, 24 de julho por David para o site Jornal Prime – De acordo com informações divulgadas pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o Brasil atualmente começou as negociações para compra do imunizante contra a varíola dos macacos. Ainda segundo ele um acordo deve ser firmado com a Opas (Organização Pan-Americana da Saúde). No último sábado a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou que a monkeypox se tornou uma emergência global de saúde pública.

Queiroga ainda revelou que no momento, a Secretaria de Vigilância em Saúde está avaliando qual será a quantidade necessária a ser encomendada. O pagamento deve ser feito através do fundo rotatório, a ferramenta internacional serve como uma cooperativa que ajuda a alcançar o acesso a vacinas.

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“Só há uma fabricante [a empresa de biotecnologia dinamarquesa Bavarian Nordic] e não tem representante no Brasil. Assim, a aquisição deve ser via Opas”, afirma o ministro.

Produção do imunizante contra Varíola no país

Formado por cerca de 9 especialistas, o comitê deve cuidar dos primeiros passos para uma eventual produção da vacina no país. Além disso, neste momento, devem acontecer estudos e apresentações de propostas sobre quais caminhos seguir na produção.

Além disso, também será necessário apresentar um estudo sobre a viabilidade. Anteriormente, o Instituto já produziu imunizantes contra a varíola humana, causada pelo vírus smallpox. A produção aconteceu durante a década de 1970 e logo encerrada quando a doença foi dita como erradicada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

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“O Butantan tem experiência na produção de vacinas contra a varíola, apesar do vírus atual ser diferente do que circulou no passado. A tecnologia para a produção da vacina é diferente, por isso, a necessidade de começar a nos preparar”, comentou Dimas Covas, diretor do instituto.

Ainda segundo Covas, a oportunidade de iniciar o comitê neste momento é uma forma de se precaver. Vale lembrar que por ser um novo vírus, nem mesmo a OMS tem uma política de regras definidas sobre a importância de se imunizar contra a doença neste momento.

Por fim, Covas ainda reforça que só existem três produtores do imunizante contra a nova varíola dos macacos em todo o mundo atualmente. Isso faz com que a capacidade de produção em massa, caso necessária, também seja um problema com o iminente avanço da doença.

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