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Sejusp divulga números de violência doméstica em Uberaba e Uberlândia

Os dados são do primeiro semestre de 2022

Uberaba, 13 de agosto, por Aniele Lacerda, Jornal Prime – Aproveitando a campanha Agosto Lilás, de prevenção contra a violência doméstica, a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) divulgou os números de casos nas cidades de Uberlândia e Uberaba. De acordo com os dados, as duas cidades registraram 3.028 ocorrências, uma média de 17 casos por dia.

No entanto, os casos registrados em Uberlândia e Uberaba apresentaram uma queda em relação aos do ano de 2021, no mesmo período. Em se tratando de feminicídio, os registros computaram uma fatalidade e cinco tentativas. Os dois municípios aproveitarão a campanha para organizar várias ações conscientizando sobre a violência contra as mulheres.

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Casos de feminicídio em Uberlândia e Uberaba

Se no primeiro semestre Uberlândia e Uberaba só registraram uma morte, no segundo semestre a situação mudou. Em julho e agosto já aconteceu dois feminicídio, um em cada município. Em Uberlândia, a vítima de 35 anos, foi assassinada pelo marido na frente do seu filho de apenas oito anos. O autor desferiu cinco facadas no pescoço da mulher.

Em Uberaba, o fato aconteceu no último domingo (07), quando o namorado da vítima de 37 anos assassinou ela, também com golpes de faca. Na ocasião ele solicitou que os vizinhos não incomodassem a mulher, pois ela estava dormindo. No entanto, quando o irmão da vítima chegou na residência, encontrou o seu corpo estirado no chão. O autor estava foragido.

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Responsável por um Centro de Mulheres em Uberaba explica a situação

De acordo com a responsável pelo Centro Integrado da Mulher em Uberaba, a principal causa para esses registros de violência contra a mulher é a vulnerabilidade. De acordo com ela, quando as vítimas e autores estão sem empregos ou em situações financeiras difíceis, ficam mais suscetíveis a discussões e acabam terminando em tragédia ou violência.

“Quando as pessoas estão mais vulneráveis, estão sofrendo com desemprego, falta de dinheiro, essas questões ficam mais afloradas. As vezes, por qualquer coisa há uma briga, uma discussão”, afirmou ela.

Além disso, ela ressalta a importância das mulheres denunciarem no primeiro sinal de violência, antes que a situação transforme em um feminicídio.

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