Pastor Silas Malafaia rabate acusações do PSOL


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O pastor Silas Malafaia respondeu às críticas feitas pelo PSOL em nota oficial emitida na última semana dizendo que “é muita honra” ser atacado pelos militantes do partido.

A troca de farpas começou quando a imprensa noticiou que o ativista gay Jean Wyllys estaria disposto a abandonar a disputa pela reeleição ao cargo de deputado federal se o PSOL concedesse autorização para o pastor Jefferson Barros disputar as eleições. Wyllys afirma que Barros seria um candidato infiltrado por Malafaia no partido, a fim de roubar sua vaga na Câmara dos Deputados.

No comunicado do PSOL, Malafaia é chamado de “principal liderança do fundamentalismo homofóbico brasileiro”, e o partido afirma que os “motivos do questionamento à pré-candidatura do cidadão Jefferson Barros são vários e não têm nada a ver com a sua religião ou com sua condição de pastor”.

Malafaia respondeu em seu Twitter às afirmações da nota, dizendo que o “partidinho medíocre chamado PSOL publicou nota me criticando, o que é muita honra para mim”.

O pastor ainda relembrou as origens do partido para afirmar que seus militantes são “reacionários” e “usam a democracia” para isso: “Me chamaram de fundamentalista homofóbico.Tenho fundamentos, sou à favor da família e eles da prostituição; sou contra as drogas, eles a apóiam. O PSOL tem como um dos seus membros fundadores um terrorista assassino italiano, eu tenho Jesus.silas_malafaia

Eles usam a democracia, são reacionários. Me chamam de homofóbico porque não suportam a liberdade de expressão. O deputado gay já tentou de forma inescrupulosa me processar… Não arrumou nada. O ativismo gay, de forma mentirosa, tentou me processar por homofobia, o juiz federal deu uma aula de liberdade expressão”, disse Malafaia.


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