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Operação prende envolvidos com crimes de pirataria virtual na Bahia

No momento da abordagem veículos de luxo e computadores foram apreendidos

Salvador, quarta-feira, 22 de junho por David para o site Jornal Prime – Durante uma operação policial nacional quatro homens foram presos na Bahia. Os mandados de prisão temporária foram emitidos nesta terça-feira (21). Já durante o momento da abordagem policial, foram apreendidos carros de luxo, computadores e documentos.

A operação que foi intitulada como “404“, recebeu o nome como uma referência ao código de rede que indica quando uma página da internet não está mais disponível. Além disso, ainda de acordo com outras informações divulgadas pela Polícia Civil, os quatro homens presos foram para a sede Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin) na cidade de Eunápolis, na Bahia.

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Os criminosos passaram por exames de corpo de delito no Departamento de Polícia Técnica (DPT) e já se encontram à disposição da Justiça. Realizada em conjunto com policiais de diversos estados, a operação teve participação da Bahia, Alagoas, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Pará e Pernambuco.

Crimes investigados

A operação de nível nacional vem investigando possíveis crimes que violem os direitos autorais de propriedades privadas. Para quem distribui o conteúdo de forma ilegal, por exemplo, a pena é de reclusão de dois a quatro anos. Enquanto isso, para quem consome o conteúdo a pena vária entre a detenção de três meses a um ano, ou pagamento de multa.

Segundo informações do Ministério da Justiça, os investigados captavam o sinal de canais de TV fechados e cobravam um valor para repassar de forma ilegal para assinantes de um serviço de pirataria. Como resultado, estima-se que o dano causado gire em torno de R$ 366 milhões por cada ano.

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Roubo de dados

Além do repasse ilegal de sinais de TV fechada, mais de 200 sites e 461 aplicativos de streaming pirata foram desativados. Ainda segundo o coordenador responsável pela operação, Alessandro Barreto, dos mais de quatrocentos aplicativos bloqueados 65% retinham informações pessoais dos usuários.

De acordo com Barreto, os aplicativos continham um malware que era responsável por roubar de forma silenciosa os dados do usuário que utilizava o serviço. Desta forma, podiam capturar dados de transições bancárias e caso necessário poderiam buscar por outros dados pessoais.

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