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Metade das crianças de Goiás estão com a vacinação atrasada

As informações foram fornecidas pela secretaria de Estado de Saúde

Goiânia, 27 de junho, por Ellen Vaz do Jornal Prime –Na tarde de hoje (27), a secretaria de Estado de Saúde divulgou que somente duas de nove vacinas são aplicadas em 50% das crianças de Goiás, com até dois anos. Saiba mais detalhes sobre esse caso no Jornal Prime.

Fique por dentro das informações através do site Jornal Prime. Além disso, deixe seu comentário no final da matéria. Continue lendo para descobrir mais detalhes sobre a vacinação infantil no estado de Goiás e os números oficias de aplicação.

Além disso, leia também a matéria disponível no site Jornal Prime: Mulher procura a polícia após receber 22 multas de trânsito; veja
Vacinação infantil no estado de Goiás
De acordo com secretaria de Estado de Saúde, 50% das crianças com até 2 anos estão com o calendário vacinal em atraso. A imunização infantil é recomendada pelo Ministério da Saúde, e deveriam alcançar uma meta de 90% a 95% de crianças imunizadas.

Um exemplo é a vacina BCG, que protege da tuberculose: a meta de vacinação é de 90%, porem apenas 53,31% das crianças goianas foram vacinadas. Além disso, a vacina que teve o menor índice de aplicação é a de Febre Amarela, com 44,36%, sendo que a meta é de 95%. Outra preocupação é a vacina de Hepatite, com apenas 44,71%. Esses dados de vacinação são do último dia 20 de junho.

Contudo, confira também a matéria disponível no site Jornal Prime: Modelo de Anápolis é a representante de Goiás no Miss Universo Brasil
Motivo da baixa vacinação
Em recente entrevista ao portal Mais Goiás, Flúvia Amorim, superintendente de Vigilância em Saúde de Goiás, afirmou que essas porcentagens são de um comportamento que vem desde o ano de 2015. Flúvia disse que alguns pais acreditam que por não existirem casos de determinadas doenças, não é necessário realizar a vacinação.

Além disso, ela acredita que o movimento zero vacina influenciou nesses índices, pois muitos pais acreditam em fake news espalhadas sobre vacina. Devido a isso, ela informa que muitas doenças que estavam quase desaparecidas estão retornando gradualmente. Um exemplo apontado por ela é: após mais de 20 anos surgiu um caso de difteria, a última vez havia sido em 1998. Contudo, ela ainda afirma que conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), os casos de paralisia infantil poderão retornar no Brasil, devido a não aplicação da vacina protetiva.

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